domingo, 16 de agosto de 2009

IV FOREJA - FORUM REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTO EM TUPANATINGA.


Realizado pela Secretaria de Educação de Tupanatinga, teve a participação de cidades vizinhas como Ibimirim, Sertânia, Itaíba, Águas Belas, etc.

Cada Cidade se fez representar pelos seus secretários, professores e alunos, além de debaterem as suas problemáticas educacionais, principalmente da Importância do Programa, que objetiva ser uma ferramenta eficaz na alfabetização de nossa população carente e desassistida.


No fórum foram apresentadas as diversidades culturais existentes na região.


Nosso povo precisa ser mais produtor que produto. Nossos jovens e adultos precisam ser mais Cidadãos que meros consumidores.

A cultura proporciona ao individuo a condição de criador e pensador, tornando -o um ser consciente e político.

Parabéns aos organizadores e participantes deste evento! Precisamos da maior participação da comunidade visando a integração escola-comunidade.










Grupo Companhia de Teatro Sertania



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Grupo de Dança de Xaxado Cabo do Campo Tupanatinga
















Samba de Coco Raiz e Banda de Pífano Tupanatinga

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Festas de Agosto de Tupanatinga





















Uma das grandes apresentações que marcaram esta bonita e tradicional festa, foi a banda Limão com Mel, pelo estilo e o nível do show. Uma noite agradável e familiar.
A grande novidade que colaborou para abrilhantar ainda mais a qualidade da festa foi a cantora Nara Costa, que deu um choque cultural apresentando um repertório de MPB, seguido de um xote nordestinamente bem maneiro para completar a noite, com seu toque potiguar.






Por Edezilton Martins

Terminada as festas de agosto deste ano, faz-se necessário parabenizar o Prefeito Manoel Tomé... Por manter a tradição e o nível da festa, mas sobretudo por ter inovado: Nara Costa, cantora Potiguar que tocou MPB, e destaque para Jailson Oliveira e a “Banda Sonora” formada por músicos de nossa cidade. Cantam muito bem!

Outro destaque foi o palco paralelo ao palco principal destinado às apresentações culturais locais, cujo idealizador foi José Edimilson, presidente da Associação Cultural de Tupanatinga e responsável por este blog. Parabéns Edimilson!
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No palco paralelo se apresentaram: um grupo de Maracatu de Arcoverde, O grupo de Xaxado de Cabo do Campo, O coco Raízes de Tupanatinga e os violeiros (Rinaldo Aleixo e outros...).
Forró e cerveja não é cultura. Assim as festividades de agosto ficam muito mais completas à medida que adquirem um cunho mais cultural, e local.
Como me ensinou Edimilson, “A cultura é a auto-estima coletiva do povo.” É por aí, Manoel Tomé!






















































Adão Caído

Um pouco de alegria
um pouco de tristeza
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Um pouco de esquizofrenia
um pouco de psicopatia
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Um pouco de bondade
um pouco de maldade
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Um pouco de adulto
um pouco de criança
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Um pouco de amor
um pouco de ódio
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Um pouco de orgulho
um pouco de humildade
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Um pouco de limitação ("homem").
um pouco de super-homem ("Deus").


Edezilton Martins 11/agosto/2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Desfile de Moda em Tupanatinga


A Empresaria, CLAUDIANA TAVARES, pela segunda vez, inova no mundo da moda acreditando no momento que antecede a principal e atrativa festa de Santa Clara ao apresentar sua coleção de roupa, em desfile que já tornou tradição de beleza , novidade e exuberância.

Uma ideia inteligente que influência e cria estilo, tanto no gosto pela moda como pelo comportamento. Uma oportunidade para conhecermos novas tendências do mundo da moda e o talento das nossas jovens modelos.

Parabéns para empresária, que com esforço e bom gosto vem fazendo a diferença na moda em nossa Cidade!










A moda é arte. Vestir-se bem é um modo de expressar a própria beleza, com estética e elegância. A beleza e estética que externa a alma ou a poesia.


O encanto das modelos tem uma grande impotência no mundo da moda. São elas quem dão encanto e vida às passarelas... Tupanatinga está de parabéns! Está sendo bem representada.





A empresaria deu sua contribuição à dinâmica da cidade levando estilo e requinte a uma comunidade onde, até então, a moda só era vista como algo distante.










































segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O Jogo da Amarelinha, Parte II (trechos)

"No lugar onde deveria haver uma despedida, há um desenho na parede; em vez de um grito, uma vara de pescar; uma morte se resolve num trio para bandolins. E isso é despedida, grito e morte, mas quem está disposto, afinal de contas, a deslocar-se, a desdenhar-se, a descentrar-se, a descobrir-se?..."
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“O que será, no fundo, essa história de encontrar um reino milenar, um éden, um outro mundo? Tudo o que se escreve atualmente, e que vale a pena ler, encontra-se orientado para a nostalgia. Complexo de Arcádia, regresso ao grande útero, back to Adam, Le bom sauvage (etc.), Paraíso Perdido, perdido por buscarte, yo, sin luz para siempre... E aí surgem as ilhas ou os gurus (se houver grana para o avião Paris-Bombaim) ou, então, simplesmente segurar uma xícara de café e olhá-la por todos os lados, não como uma xícara de café, mas como uma testemunha da imensa burrice em que estamos metidos... É possível que haja um reino milenar, mas, se alguma vez o alcançarmos, se viermos a ser ele, deixará logo de ser assim.”

domingo, 2 de agosto de 2009

EDUCAÇÃO


O Prefeito , Manoel Tomé, juntamente com a secretária de Educação, Sebastiana Guimarães , professores e coordenadores realizaram um grande evento sobremaneira importante para estímulo dos alunos e familiares que foi a distribuição gratuita do fardamento escolar, e kit escolar para 57 escolas da rede municipal. Foram entregues mais de seis mil uniformes.
Para o secretário do Deputado Izaltino que esteve presente no evento, esta conquista foi um exemplo de bravura e empenho do prefeito Manoel Tomé, que sempre está procurando o melhor para o Município.
Outras conquistas foram lembradas pelo palestrante, como a doação de um terreno pelo Banco do Brasil para construção da Academia das Cidades, recursos para asfalto da praça Cel. Jose Emilio de Melo, e o projeto de Casas populares, etc.

O evento contou com a participação da sociedade, câmara de vereadores, representantes políticos e demais autoridades.



segunda-feira, 20 de julho de 2009

MINISTERIO DA CULTURA DISCUTE COM REPRESENTANTES MUNICIPAIS IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA NACIONAL DE CULTURA NOS MUNICIPIOS


O seminário do Sistema Nacional de Cultura (SNC) de Pernambuco aconteceu sexta e sábado, dias 17 e 18 de julho, no Hotel Onda Mar, no Recife, com a participação de mais de 200 pessoas entre autoridades, gestores públicos e privados de Cultura, membros de conselhos municipais e estaduais vindos de todas as regiões pernambucanas.

A Prefeitura Municipal de Tupanatinga marcou presença no encontro através da Prof. Eliane Ferro Oliveira.

Para a Professora Eliane, o encontro foi muito importante porque se deram os passos decisivos para se implantar no País um sistema nacional de cultura para que todos possam ter acesso aos benefícios.


A reunião teve inicio às 08:00, do dia 17 de Julho, com a palestra do Expositor João Roberto Peixe sobre O Desenvolvimento do Sistema Nacional de Cultura: Estruturação,Institucionalização e Implementação.


Também foi debatido no período da tarde, pela expositora Nara Torrecilha, o Plano Nacional de Cultura e formulação, institucionalização e Implementação dos Planos Estaduais e Municipais
Ainda na tarde, houve a exposição de Fred Maia sobre as Instâncias de Participação Social no Sistema Nacional de Cultura.

Para a Professora Eliane, a implantação do sistema de Cultura em todos os Municípios é um marco na historia cultural do Pais. Com a implantação do SNC os municípios ganharão mais recursos para fortalecer o potencial criativo na região, melhorando renda, criando auto-estima e identidade cultural.








domingo, 19 de julho de 2009

JÚNIOR, PAIXÃO PELA TERCEIRA ARTE


A terceira arte está bem representada em Tupanatinga. José Pereira da silva Junior, mais conhecido por Júnior, tem a arte de pintar na alma. Basta olharmos sua pintura em tela para nos maravilharmos com sua diversicidade em cores e estilos. Seu mundo e sua alma parecem se misturar projetando-se na tela.
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"Trata-se de um trabalho intenso, resultando uma obra de cores vivas e muita luz", disse Junior.


Nascido em Tupanatinga, em 10 de junho de 1979, reside na rua Santos Dumont. Cursou o ensino médio na escola Jose Emilio de Melo. Concluiu seus estudos na Autarquia de Ensino Superior de Arcoverde, na área de Geografia.
Professor da rede de ensino municipal, quando não está lecionando, dedica-se à arte.




Pintura em tela Paisagens































































terça-feira, 14 de julho de 2009

O Jogo da Amarelinha

Por Edezilton Martins
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O autor é Júlio Cortázar, argentino, publicado nos anos 60, editora Civilização Brasileira.
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É um livro de idéias sutis. Requer que o leitor seja um iniciado para que entenda sua sutileza. Pois alguns dos seus personagens são iniciados. Mas iniciados em que?... Esoterismo?... Não necessariamente. Pois o livro trata de outro tipo de iniciação: a iniciação que se conquista com o viver do dia-a-dia o qual vai moldando o homem, melhorando seu entendimento, tornando-o cada dia mais profundo e mais cético; cético de suas próprias idéias, do seu modo de perceber a si, o outro e o mundo. Por isso é um livro para pessoas maduras. Mas existem pessoas maduras?... O personagem Oliveira responde isto numa passagem do capítulo 39: ”A maturidade, supondo que tal coisa existisse, era, em última análise, uma hipocrisia. Nada estava maduro”.
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O livro nos ensina a colocar em discussão (xeque) as idéias que temos, o modo como entendemos a realidade e, sobretudo o outro. Obrigando-nos a respeitar as idiossincrasias. Leva-nos a este ponto apresentando o personagem Horácio Oliveira, o mais metafísico, como um homem diferente, posto que é o personagem com maior profundidade de entendimento, ao mesmo tempo em que o apresenta com um homem com muitos defeitos: egoísta, não gentil, mal sucedido financeiramente; levando o leitor a amar e odiá-lo, colocando o leitor em frente a um contraste e confusão de sentimento, fazendo-o pensar, obrigando-o a aceitar o personagem como ele é. O objetivo é levar o leitor a superar o seu modo de pensar a si mesmo e o outro.
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Para contrastar com a personagem Horácio Oliveira há a personagem Maga, par amoroso de Horácio. Maga à primeira vista parece ser a antítese de Horácio à medida em que tem dificuldade de acompanhar a profundidade do seu pensamento, embora a seu modo contemplativo seja uma personagem também profunda e instigante. Os dois mantêm um relacionamento sexual, e paira no ar uma coisa que os liga para além do sexo. Ao final Horácio e Maga são muito iguais e muito diferentes, como são todas as pessoas. É isto que o livro quer nos dizer.
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A leitura do “Jogo da Amarelinha” incomoda e encanta. O leitor inicialmente se identificará com um ou outro personagem, para no final perceber-se identificado com ambos; aceitando-os("os personagens") como eles são.
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Quanto ao jogo ao qual alude o título do livro: o jogo parece ser o modo como os homens através do aprimoramento das idéias, do ato de talhar a pedra bruta maçônica, etc atinge um estado de pedra filosofal (o céu do Jogo da Amarelinha) onde se atinge um sentido de absoluto e ceticismo. O livro exige que o leitor faça uma desconstrução, e uma reconstrução de todo seu saber, enquanto modo de entender as coisas, mundo e dogmas, ou do modo de ver-se a si mesmo e ao outro.
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Abaixo passagens do livro, geralmente reflexões do personagem Horário Oliveira ou do narrador:
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“A vida, como um comentário de outra coisa que não alcançamos e está aí ao alcance do salto que não demos.”
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“Um encontro casual era o menos casual em nossas vidas/ Andávamos por Paris sem nos procurarmos, mas sabendo sempre que andávamos para nos encontrar/Aquilo a que chamávamos o nosso amor era talvez eu estar de pé diante de você com uma flor amarela na mão, enquanto o tempo soprava contra nossos rostos uma lenta chuva de renúncias e de despedidas e passagens de metrô/Não creio que o vaga-lume extraia grande petulância do fato indiscutível de ser uma das maravilhas mais fenomenais deste circo e apesar disso, bastaria supor que ele tem uma consciência para compreender que, de cada vez que a sua barriguinha se acende, esse bicho de luz deve sentir qualquer coisa semelhante a uma cócega de privilégio/Maga era daquelas pessoas que fazem cair pontes só por atravessá-las.”
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“Nunca consegui resistir ao desejo de pedir que se aproximasse, sentindo-a curvar-se pouco a pouco sobre mim, desdobrar-se outra vez, depois de ter estado por um momento tão só e tão apaixonada diante da eternidade do seu corpo/O prazer era egoísta e nos encontrava gemendo no seu estreito objetivo/Sempre demasiado tarde, já que, ainda que fizéssemos amor muitas vezes, a felicidade tinha de ser outra coisa, algo talvez mais triste do que essa paz e esse prazer, um interminável na imobilidade/A Maga não sabia que meus beijos eram como olhos que começava a se abrir mais para além dela e que eu andava como alheado, derramado sobre outra figura do mundo, piloto vertiginoso numa proa negra que cortava a água do tempo e a negava/Por que eu não aceitava o que estava ocorrendo sem pretender explicá-lo, sem definir as noções de ordem e desordem, de liberdade e Rocamadour, como quem distribui jarros com gerânios, num pátio da calle cochabamba?”
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“Tudo é escrita, ou seja, fábula. Mas para que serve a verdade que tranqüiliza o honesto proprietário? A nossa verdade possível tem de ser invenção, ou seja, literatura/O que mais me revolta é a mania de explicações, o logos compreendido exclusivamente como verbo/Razões: cada um conviva com as suas, já que são falíveis do ponto de vista do outro/Entender o purê como uma epifania. DAMN THE LANGUAGE. Entender. Não “inteligir”. Entender. Uma suspeita de paraíso recuperável: não é possível que estejamos aqui para não poder ser/Em dado momento, surge sempre o endurecimento, a esclerose, a definição: negro ou branco, radical ou conservador, homossexual ou heterossexual, figurativo ou abstrato, San Lorenzo ou Boca Juniores, carne ou legumes, os negócios ou a poesia.”
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“Que inútil tarefa a do homem, barbeiro de si mesmo, repetindo à náusea o corte quinzenal, sentando-se a mesma mesa, refazendo as mesmas coisas, comprando o mesmo jornal, aplicando os mesmos princípios às mesmas conjecturas/O pior não é tanto estarmos sós, pois isto já é conhecido e nem tem solução/ E o tempo? Tudo recomeça, não existe um absoluto. O desejo a cada tantas horas, nunca demasiadamente diferente, e de cada vez, outra coisa: armadilha do tempo para criar as ilusões.”
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“Um amor como o fogo, ardor eternamente na contemplação do todo. Mas em seguida, cai-se numa linguagem desaforada/ Você caminha no espaço-tempo contínuo com uma lentidão de verme. Pense só em tudo o que já aconteceu desde que você decidiu ir buscar este ridículo chapéu de palha. Você tende a mover-se no contínuo, como dizem os físicos, enquanto eu sou sumamente sensível à descontinuidade vertiginosa da existência/ Que parâmetros tem você para pensar que fomos bem? Por que tivemos de inventar o Éden, viver sob a nostalgia do paraíso perdido, fabricar utopias, engendrar um futuro?/ O absurdo é acreditar que podemos apreender a totalidade daquilo que se nos constitui neste momento, ou em qualquer momento, e instruí-lo como algo coerente, algo aceitável, se você prefere. Cada vez que entramos numa crise, o absurdo se torna total/ A maturidade, supondo que tal coisa existisse, era, em última análise, uma hipocrisia. Nada estava maduro.”
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“O absoluto é aquele momento em que alguma coisa alcança a sua máxima profundidade, o seu máximo sentido, deixando então de ser interessante.”

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Reunião Comercial em Tupantinga


Em 02/07/09 aconteceu uma reunião de suma importância para organização do comércio de Tupanatinga.

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O evento teve como idealizador o Sr.Mauro Jorge da Secretaria Municipal de Desenvolvimento.
Participaram do evento representantes da Confederação de CDLs, CDL de Arcoverde, assim como representante da Associação Comercial de Arcoverde, mais Gerente PJ do Banco do Brasil, e representante do SEBRAE.

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Abrilhantou a reunião o prefeito da cidade, Manoel Tomé, que num dos seus apartes colocou a máquina administrativa a serviço da criação de um CDL na cidade: sede, funcionário e maquinário, demonstrando sensibilidade com esta necessidade. Esta atitude do prefeito agrada, e cria as condições para criação do CDL.

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A representante do SEBRAE fez diagnóstico do comércio local e regional com vista a evidenciar a necessidade do comércio se organizar, sobremaneira mediante a parceria entre os comerciantes em substituição a concorrência acirrada que normalmente se evidencia.
Por fim foi escolhido um grupo de estudo com objetivo de levar a frente a implantação do CDL/associação comercial.

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O comércio de Tupanatinga necessita de um CDL/Associação Comercial para crescer de forma segura.