domingo, 21 de julho de 2019

Em Atividade Pedagogica, nas aulas de Arte da Escola Eva Cordeiro, alunos aprendem a defender a Cultura Nordestina


Atividade pedagógica

           No mês de junho os alunos do 6º ano da Escola Municipal Eva Cordeiro Feitosa, sob orientação da professora Flaviana Souza, vivenciaram durante as aulas de Arte, a cultura nordestina, onde os mesmos fizeram apresentação em sala de aula.
           A atividade teve como objetivo proporcionar uma aprendizagem holística fortalecendo valores e atitudes relacionadas à valorização da cultura e da história. Foi um momento rico e significativo de construção, de conhecimento e interação.
      A educação escolar precisa construir pontes para que os estudantes comecem desde cedo a vivenciar verdadeiramente essa diversidade cultural existente em nosso país, com isso haveria uma grande mudança social, e só assim teremos cidadãos éticos para vivermos em grande harmonia com todos os povos e culturas existentes em nossa nação.
         A elaboração desta atividade teve como intuito levar a reflexão sobre a importância da cultura vivenciada em determinada localidade, valorizando o contexto local. Concluí-se que com essa aula os estudantes terão acesso a uma educação dinâmica e diferenciada, possibilitando a melhoria do ensina e da aprendizagem.

Por:  Flaviana de Oliveira Souza, Licenciada em História, pela Autarquia de Ensino     superior de Arcoverde (AESA) , Atualmente leciono como professora de Historia e Arte para alunos do ensino fundamental II, na Escola Municipal Eva Cordeiro Feitosa.
Fotos: Flaviana 




sexta-feira, 3 de maio de 2019

Escola EREM José Emilio de Melo promove 1 feira cultural Pro Jovem Urbano, 2018/2019, em Tupanatinga


Além da  saborosa exposição de arte culinária local, a feira também homenageou os principais movimentos representativos do   patrimônio cultural da Cidade, o Samba de Coco, raízes de Tupanatinga e o grupo de Capoeira Nego Fujão. 



A Primeira feira de Cultura Pro Jovem Urbano, aconteceu na noite dia 28/03/2019, no patio da Escola estadual José Emílio de Melo e  objetivou estimular no jovem a valorização, resgate e a preservação da cultural local, sobretudo o partrimonio cultural, com a homenagem especial aos movimentos culturais mais ativo e antigo no Município, O grupo de Samba de Coco , tendo como mestre a maior representação da cultura popular, Mariquinha do Coco e Grupo de  Capoeira Negro Fujão, coordenado pelo mestre Chicaca, força impar nesse desbravar dessa cultura em Tupanatinga. 

 O evento oportunizou aos alunos a mergulharem nesse universo criativo   bem como produzir vídeos, entrevistas, relatando a vida e historia dos movimentos culturais da Cidade o que resultou em  belas apresentações e exposições culturais e uma conversa sobre cultura com José Edimilson, popularmente Zé de Nica, que defendeu a importância da prezervaçao do patrimônio cultural da comunidade, a exemplo do Samba de Raízes de Tupanatinga, há mais de cem anos fazendo historia e o Grupo de Capoeira Nego Fujão que já vem ha mais de 20 anos na resistência. À mesa estava presente a Diretora Geysa Feitosa, a coordenadora do Pro Jovem, professores e mestres da cultura popular de Tupanatinga, Mariquinha do Coco e Chicaca da Capoeira.


E a animação da festa ficou evidente com o samba de coco e a gingada da capoeira Nego Fujão, saboreada com as delicias tipicas  da terra, de produção dos aluno do Pro Jovem 2019 

Professores respónsveis: Sileide e Cristina.
Fotos: Sileide e Cristina
por Edimilson




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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Páscoa das crianças do Hospital do Câncer, do Recife.

Encenação da Paixão de Cristo pelas Crianças do Hospital de Cancer, Recife. Bonito de se vê e refletir sobre  o porquê das criaçãs serem tão especias.

Cristo, Senhor dos Homens , Reis dos Reis, invoca ao pai perdão pelos seus inimigos.

Uma das maiores lições de humildade e simplescidade de Jesus á humanidade .




Jesus entra em Jerusalem 




Jesus convida os apostolos para a última ceia


O sofrimento de Jesus diante o peso  da cruz, o peso dos nossos pecados


Cristo cai, recebe o carinho da mãe e continua a saga do Sofrimento até ao calvário.

Jesus Cristo, Rei dos Judeus e de todos nós,morto e crucificado pelo e por todos nós


Maria, mae de Jesus sofre a dor da perda do filho e do seu Senhor.

 Fotos enviadas por Francisco  Galindo
 Edição: Edimilson

terça-feira, 16 de abril de 2019

POSSO FICAR NU?

Por Francisco Galindo

"Regata crospped com pesponto faz sucesso em Arcoverde" é o que me aparece sem convite, mal inicio uma vadiagem pela internet. Estava no ambiente do El País, algo relativamente longe da cidade e mais vizinho da França, salto virtual que tentei para suar mais perto do fogo que consumia Notre-Dame. O algoritmo, miríade de dados comparados, me achou. Você que mora em Arcoverde, que tal uma regata crospped, quando voltar pra real?

       Não estamos mais sozinhos. Tem sempre algo ou alguém que acende a sensação de que somos vistos de esguelha. Que não somos donos de fechaduras à prova de chave falsa. É preciso inimistar-se com o banco e sustar a compra de um javali em Manaus, porque nunca fui tão afastado ou já vali tão pouco para querer bicho tão porco. Nossas senhas devassadas mostram a esterilidade e a inocência de combinar algarismos privados. Tem você aí uma TV smart no quarto?  Cuidado com ela. Há quem garanta que elas olham de dentro pra fora, quem sabe retêm na memória e sabe-se lá se não mostram no primeiro balcão de oficina técnica. Contra a bisbilhotice, e dado o que se dá nas alcovas, aconselham-se cortinado na smart e santos contra a parede.

      A privacidade foi uma das maiores conquistas do esforço civilizatório. Demorou, mas aquele tempo todo em que a gente andava de tacape e se abrigava numa furna só, incomodou até que a gente melhorou o grunhido e desejou um canto pra bater um tambor particular. Depois de uma bordoada de giros do planeta na cintura do sol, eis que chegamos ao Facebook e Google e seus mimetizados, em cujas mãos sacudimos os anéis de nossos dados, entregues para a agitação de compra e venda. " Você que comprou o livro "Outros Jeitos de Usar a Boca", de Kaur Rupi, nesta semana- eles sabem dia e hora e site de preferência- que tal ter dentes brancos e bonitos na OdontoPrevi, com opções sem carência e 6 X sem juros?" Ridículo da confrontação algorítmica: o livro, poemas de sobrevivência, amor e abuso, é bronca. O plano é broca.

       A luta livre contra a privacidade já tevw aeu furor na pressão feita por certa ortodoxia evangélica americana que intentou a legalidade de uma política de invasão de casas e aprisionamento de quem estivesse habituado em bebedeira, homossexualismo ou adultério. Sanha moralista que se arvorou em solapar o desejo, as vontades e as escolhas, que no conjunto organizam caráter e privacidade. A intimidade e a liberdade pessoal sempre foram alvos dos Estados totalitários, receosos da resistência velada. Desencorajados e combatidos, estes movimentos migraram ou alternaram a vigilância moral ou política com sua exterioridade e visibilidade para um viés mercantil, que a socióloga Shoshanna Zuboff entende como "capitalismo de vigilância", a prática, cada vez mais consolidada em nosso  tempo, de esparramar tentáculos de sedução e controle das vontades e iniciativas de aquisição, com sacrifício da privacidade, nem sempre percebido.

      A gente quer também ficar sozinho. Sem rastreadores de vontades. Sem aparelhos inteligentes que mostram sem avisar que também armazenam. Sem vigilância de anunciantes. O risco explícito é de que os dados a serviço da rede de controle de perfis de  consumidores possam a qualquer tempo servir a outras intenções, como bem provavelmente ocorre nos processos eleitorais e listas de rastreamento. Podemos ficar sem regata pespontada e sem nada da cintura pra baixo?

sexta-feira, 29 de março de 2019

Meus Garranchos;

 " Sempre tive letra feia. Pior do que apenas feia: infantil, irregular, estranha

 Quem lê um manuscrito meu imagina que o autor seja alguém mal ou recém-alfabetizado. Meu pai tinha uma letra regular, bonita, porém de difícil decifração. Minha irmã tem letra professoral redonda. Sou a pior letra da família. Fiz caligrafia e me esforcei bastante  Inútil. Agora que escrevo pouco à mão, minha letra é quase dadaísta.

Por inveja, ressentimento ou genuína admiração, observo pessoas escrevendo com leveza e estética apuradas. Admiro a profissão do calígrafo. Comprei canetas sofisticadas da caligrafia profissional. Ao final, descobri que agora meus garranchos eram mais caros e com instrumentos avançados.  Tenho de me conformar: a vida inclui setores não realizados, frustrações e feridas narcísicas.
Quando organizei uma exposição sobre o registro das coisas ( A Escrita da Memória), analisei os exercícios de caligrafia de D. Pedro II. Na década de 1830 ele copiava "maximas", frases de escopo moral e de sentido educativo. Há muitos exercícios do jovem herdeiro nos arquivos brasileiros. Depois, transcrevi muitas cartas do monarca já adulto. Aparentemente, a letra imperial nada melhorou com o esforço caligráfico. Pensei comigo: mais um que tentou e não conseguiu...

A letra é um traço da personalidade. Como já disse, estamos escrevendo menos na forma clássica da caneta sobre o papel. Minha assinatura, que nunca foi um projeto arquitetônico de harmonia plena, vive decadência. Tenho extrema dificuldade em reproduzir o modelo que está arquivado no meu banco. Sou um estelionatário de mim mesmo, uma fraude pessoal que tenta imitar cada curva irregular das próprias garatujas. A motricidade fina da escrita é uma fase quw devo ter superado sem ter dominado. 

Como todo historiador, frequentei muitos arquivos. A paleografia é a arte de decifrar escritas antigas. Se eu der uma carta do século 16 para uma pessoa sem o treino paleográfico, ela terá a sensação de absoluto analfabetismo, mesmo que seja alguém de formação intelectual sofisticada. A carta de Caminha, por exemplo, que tive a oportunidade de examinar bem de perto, parece escrita na bela caligrafia árabe, pois tem uma lógica de arabescos harmoniosos.

No Arquivo Geral da Nação no México, analisei processos inquisitoriais quando fazia a pesquisa do doutorado. Lia aquelas letras desenhadas com penas e ficava imaginando a personalidade. Percebia que a mudança de letra em um processo longo também afetava a própria descrição do pecador ou da heresia em questão. Sorria supondo um texto sobre o "secretário na História", a influência daquele que anota sobre o fato.

Conheci alunos de ensino fundamental no primeiro mundo que nao usam mais a alfabetização com papel. O domínio das letras e das sílabas já ocorre direto no computador. Fico imaginando que será uma nova percepção da escrita e, quiçá, um novo tipo de sinapse cerebral.

Será que um dia a yad, a mão de metal com que i jovem judeu lê a Torá e faz sua entrada na comunidade, será um cursor de tela? Haverá um novo ditado: Deus digita certo por…[07:27, 28/3/2019] José Edimilson:  Que a bela saudação judaica de ano- novo: "Que você esteja inscrito no livro da vida" virará " que você tenha seu file salvo até o ano que vem"? Que a correta tradução da expressão árabe " estava escrito"(maktub) virará " estava "salvo direto no hardware"? O autor do Apocalipse teve de comer um livro que era doce na boca e amargo no estômago( Apocalipse 10:10). E se fosse um tablet? E se o novo enredo do Nome da Rosa de Humberto Eco envolvesse um computador que soltasse radiação em vez de livros envenenados? E se o salmo 23 " O senhor é meu pastor, nada me faltará" virasse " O Senhor é meu provedor de banda larga, ela nunca cairá"?

Há um mundo novo pós- escrita formal sobre papel. Desaparecem os de letra feia ou bonita e emergem os que digitam rápido ou devagar. Beleza cede lugar à destreza. A minha dor da letra feia será um fóssil estranho no mundo da computação. Novas dores surgirão. Em vez de murmurarem " ele tem letra horrível", dirão " ele digita lentamente". Pior, sussurrarão vozes maliciosas, " ele usa emojis equivocados".

Não há mais romances epistolares ou longas notícias escritas à mão. Caligrafia está reduzida a nichos muito específicos. O " calo do estudante", protuberância no dedo fruto da pressão continua da caneta deu lugar à tendinite. Como sempre, a nostalgia de alguns será curada pela morte. Quando houver desaparecido a última pessoa que ainda tem noção do que é um mata-borrão, terá se encerrado uma era, como foi a das tábuas de cera romanas e dos cálamos, do papiro egípcio ou do pergaminho da Ásia menor. O mundo não terminou, apenas mudou. Meu epitáfio não registrará minha dor. E , para sorte de algum futuro turista de cemitério, está lapidado na pedra e não escrito à mão. Ou haverá uma tela interativa no meu túmulo com código QR "escaneável". Quem sabe? É preciso ter esperança.
( Leandro Karnal; Meus Garranchos; Estadão, hoje)
 De Francisco Galindo

sábado, 16 de fevereiro de 2019

O SAMBA DE COCO RAIZES DE TUPANATINGA RECEBE PREMIO EXCELENCIA TLT 2019


 O Grupo de Samba de Coco de Tupanatinga é uma das principais culturas raízes do Município.

por Edimilson
Fotos: Organização do Evento.

Foi nesta quarta feira, dia 13 de fevereiro de 2019, ás 20:30h, na Câmara de Vereadores de Tupanatinga, que a Empresa TLT, concedeu o PREMIO a Josefa Maria Leite, a popular Mariquinha do coco, representante do Grupo de Samba de Coco Raízes de Tupanatinga.

Em sua  8ª edição, aqui em Tupanatinga, a Empresa de Pesquisa e Eventos TLT, inova com a inclusão da cultura em suas pesquisas. O Samba de Coco, pela primeira vez recebe um premio que consolida sua trajetória, mesmo vindo na estrada historicamente desde suas primeiras gerações,  ha quase uns cem anos. Mesmo assim o Coco nunca perdeu seu gingado e continua cheio de esperança.

Apos selar suas considerações de agradecimentos pelo premio, Mariquinha sede espaço para seu Genro, José Luciano, atual presidente da Associação do Samba que ha um ano fora criada. Em suas palavras, Luciano parabeniza ao Grupo de Samba de Coco, pela conquista e agradece aos organizadores do evento pela sensibilidade em acatar a inclusão do segmento da cultura em sua pesquisa, externando sinceros agradecimentos ao representante da  Associação de Cultura, sempre pronto em apoiar o movimento cultural local. Aproveitou o momento diante das autoridades empresariais,  e falou da sua luta em defesa da cultura popular, referindo-se o sonho do movimento em Construir o Museu do coco, para preservação da nossa cultura centenária, e ser espaço de ensaios e oficinas culturais para repasse da dança ás novas gerações.

Ainda com a palavra, falou que atualmente é responsável pelo coordenação do movimento Quilombolas aqui, em Tupanatinga. Informou da entrega da  certificações dos Quilombolas do Boqueirão, Sanharó , Carrasco e Porteiras.


Sobre a nossa Cultura, o Empresario , proprietário da Madeireira Vale, parabenizou também aos organizadores  da Pesquisa,pela inclusão dos valores culturais no evento. Sensibilizado com a luta do Samba de Coco, uma cultura centenária da Cidade e ainda pouco valorizada, prontificou-se em colaborar no que for possível, em prol do movimento. Falou da importaria da Cultura para o crescimento e desenvolvimento das comunidades. Também fez considerações sobre as palavras do Representante da  Associação de Cultura de Jovens de Tupanatinga e Coordenador do Jornal Portal de Tupanatinga, José Edimilson, pelas ações e atitudes louváveis em prol do desenvolvimento Social e econômico local.









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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Produtores Culturais de Tupanatinga receberam capacitação em elaboração de Projetos Culturais





Oficina Novos Acordes capacitou jovens e adultos na Cidade de Tupanatinga com foco em projetos musicais .



Foram 80 horas/aulas, inciando 18/01/2019  até 10/02/2019, sempre aos finais de semana.

As oficinas ocorreram na Escola Eva Cordeiro, com 10 alunos inscritos na oficina gratuita Novos Acordes - Projetos Sustentáveis de Elaboração de Gestão de Projetos Culturais, da Cidade de Salgueiro, realizadas com  recursos do fundo de  incentivos  a Cultura de Pernambuco -Funcultura. As oficinas foram ministradas pelos professores Jacson Anjos, Bruno Feitosa e Nivaneide Costa, (também coordenadora do Projeto de Oficinas).

O Curso embora tenha sido aplicado na área da musica, não impediu outras linguagens como literatura, patrimônio, cultura popular,   ter  o seu  destaque já  que o  método é o mesmo para todos, favorecendo para  Tarciso que  defenderá projeto de oficina do Samba de Coco, Élton Melo projeto para dimensionar o grupo  Capoeira Nego Fujão de Tupanatinga, Edimilson projeta editar um livro sobre o Patrimônio Cultural material e imaterial do Município, Natália defenderá o primeiro festival de musica, Rodrigues ficou com oficina  para  Teatro, etc.

A realização da oficina foi muito bem aceita pelos participantes que contribuiu para estimular, principalmente os jovens promoteres, a ideia da cultura,  e informações sobre os financiamentos dos projetos que por falta de isentivo, acabam sendo engavetados.

"O Curso foi oportuno por que levantou o astral . Pra mim  por exemplo, foi fundamental.  Acredito que a producão cultural vai dar frutos. Uma galera nova que irá iniciar-se num segmento que está precisando muito. Artistas temos, financiamento sim, falta iniciativa  e bons projetos" Falou Edimilson.

"Parabenizo a Professora Nivaneide e aos demais professores pela seriedade e compromisso com que trataram o curso. Muito obrigado a todos e aos jovens colegas também que nos animam na caminhada. Muito obrigado ao colega e amigo Edimilson que me incentivou demais a fazer o curso. Muito obrigado a todos!, concluiu o novo produtor cultural Élton Melo.

Umas ações do Cursos foi levar ao conhecimento dos participantes informações  sobre  o Edital do FUNCULTURA, que todos os anos,  financia   projetos selecionados em todo o Estado de Pernambuco.

O Curso também contribuiu para instigar nos novos produtores de cultura, a busca, a investigação em sua comunidade sobre as necessidades e  as problemáticas que precisam ser solucionadas e fazerem um diagnostico que apontem que tipo de projeto cultural possa contribuir para solucionar aquela necessidade cultural.


Natalia Sanches, destaque com potencial em trabalhar com produção musical


Mateus observou que poderá contribuir com uma produção de um livro de receitas da articulinaria pernambucana



A Associação de Cultura e Jovens de Tupanatinga vai produzir um livro/catalogo sobre o Patrimonio cultural do Municipio.

Tacisio, vai defender a cultura da familia, O Samba de Coco

Elton Melo, defenderá a grandiosiade da Capoeira Negro Fujão de Tupanatinga


                   Professor de Musica,Jacson e os novos Produtores Culturais

          A Grande revelação do Designer vai entrar na Moda com grande Estilo

Rodrigues, oficina de Teatro para inicante



Professor de Musica trouxe  a historica da musica brasileira e os seus desafios

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

SEJA F**!



Por Francisco Galindo



Hora uma vez. Hora uma vez em quando que a gente inventa de concorrer ao plano de ser melhor. Desvario, mas encargo irrenunciável. Comece pensando que plano é superfície lisa, sem desníveis e isso já anuncia o embaraço da investida: a vida é necessariamente sinuosa.

Ser melhor, seria, num encalço elevado, ser " foda", como proposto por Caio Carneiro, no best-seller que traz esse título inocentemente atrevido. Quando reputamos um " sujeito foda", reconhecemos-lhe uma dissolução de atributos que conferem vantagem, distinção, uma preeminência de instigar inveja. A pessoa que é "foda" distancia-se da gente chã, frequente e prosaica. O " foda"  é o "foda", otimista, determinado e abundante.

O "foda" tem mais "efes" requintados e trabalhosos. Quer ser f***? Seja fogacho, carregue a fogagem do espírito, cultive a inteligência, aceite a iluminação. Seja fogoso. Impressione pelo vigor. Há causas e batalhas imda não feitas, em favor de desvalidas pessoas e desvalidas circunstâncias, contando com a parte que lhe cai bem. Seja fôlego. Seja respiro, onde já se morre sufocado pela desesperança. Seja folião, convertido em divertido, depois de ajudar a vida a ter razões para o riso. Seja fonador. Não deixe calar toda a teimosia do desejo de que a vida se conserte no que tiver de rasgada ou partida. Seja fontanal. Capaz de permitir que a partir de você se estimule a criação do que faz bem, pelo bem do bem semente. Pelo bem do bem, somente. Seja focado. Concentre-se num aperfeiçoamento pessoal que se dignifique por querer sair melhor de si para abraçar o outro.


Quer ser f***? Seja força. Disposto a interromper o repouso dos impassíveis ou a uniformidade dos desanimados. Seja formoso. Não se acanhe de ser tido como aprazível, nem renuncie à amenidade. Seja fortalecedor. Tenha olhos que percebam o que há a ser refeito e tenha mãos prontas para reparar. Seja fovente. Palavrinha inusual e pronta para qualificar sujeitos que favorecem e auxiliam. Seja " foderoso"!
O tempo de sua passagem, já se sabe, é curto. Não vale viver miudinho, como se viver miudinho rendesse mais. Ser "foda" talvez seja, em resumo, suportar a hostilidade do mundo e fazer do breve o intenso.