quarta-feira, 30 de setembro de 2009

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PROMOVE RESGATE DOS DESFILES CÍVICOS DAS ESCOLAS MUNICIPAIS







O desfile das escolas municipais, neste sete de setembro, surpreendeu a todos, pelo fato de não ter sido propagado, e devido ao longo tempo sem esta iniciativa.






O povo já havia se acostumado aos últimos “dias sete de setembro”: sem festa, sem pátria, sem vontade, vazio.




A Avenida 31 de março transformou-se numa aquarela em forma de alegoria: os carros e motos que estavam estacionados, ou naquele momento por ali passavam, surpreendiam-se com a invasão das escolas na praça. Enquanto a multidão ia se aglutinando, os barulhos dos instrumentos iam se transformando em marchas e os componentes formando uma grande orquestra com vários ritmos populares e até clássicos.




Para a Secretária de Educação, Sebastiana Guimarães, como para a Diretora de Ensino, Maria Gorette, a realização do desfile é uma proposta de resgate das festas comemorativas do dia sete de setembro em nossa comunidade.




Pelo caráter cívico do desfile, este trouxe alegria e autoestima para os tupanatinguenses.




A valorização da historia e da cultura de um povo só é exercida quando se tem amor e respeito por este povo.






O Presidente Lula comentou: “o brasileiro, hoje, está amando mais seu Pais. Aqui não se fala mais nos Estados Unidos como antes, porque as ações do Governo, hoje, são voltadas para melhoria da autoestima do povo. Agora, o Brasil é de fato uma Grande Nação,e é como uma grande nação que os brasileiros devemos pensar, sonhar e agir.”

BRASIL, UM PAÍS DE VARIEDADES

O Brasil é caracterizado pelas suas variações na língua. Desde a colonização, o pais se depara com um vasto espaço cultural decorrido dos povos colonizadores . Isso contribui para as constantes variações na linguagem.

A regionalização do individuo influencia muito a fala. Como o país consta de uma serie de variedades linguísticas, surge o mito na sociedade sobre o que está “certo” e “errado” à respeito da fala de cada um. O que implica mais tarde num conceito pré-formado sobre o homem de acordo com o modo da fala. Que neste caso chamamos de Preconceito Linguístico.

Quando temos contato, ainda criança, na escola, percebemos que o modo que falamos não está certo de acordo com algumas situações. Isso se deve a língua padrão em que somos obrigados a aprender se quisermos ser um profissional qualificado. A partir disso o individuo muitas vezes passa a discriminar o outro pelo fato de não falar de acordo com a língua culta.

É imprescindível perceber, portanto, que o nosso país recebeu muitas influências de outros povos, e que a fala de cada um pode variar muitas vezes de acordo com a regionalização. Não existe na língua uma maneira certa ou errada de comunicar-se. O individuo deve saber da necessidade que ele tem de adequar o seu modo da falar e escrever ao momento ou situação em que estiver.

Gabriela Ferro Oliveira

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

A CAMINHO DOS LIVROS...

Livros... solitários... tão sábios e tão vastos!!!

Onde estão as crianças ?...
Que fazem de suas aventuras e travessuras?!!!


E onde anda a linda juventude com sua inquietude,

com suas fórmulas,com suas asas imaginárias... sonhadora, defensora de um mundo tão vasto!!!

E nós adultos? Mudos!
Mestres!? Calados.
Professores? Vazios!!! ...


Enquanto isso, eis o mundo empoeirado por homens frios e limitados.

domingo, 23 de agosto de 2009

TUPANATINGA - Última Noite de Festa Bate Recorde de Público












Esta festa é também mágica porque a maioria dos casais se conheceram ou se encontraram por aqui.








Senhor Luiz Antonio com Sua Esposa Srª Gorete passeando vagarosamente pelas altas horas, lembrando como tudo começou...

As pessoas vão se divertindo de maneira simples e bem descontraída. Pelas calçadas, praças, dançam, sentam-se, afinal, a festa é de todos e para todos.















COM A PROCISSÃO ENCERRA-SE A GRANDE FESTA TRADICIONAL DE TUPANATINGA
..













Quarenta anos de Procissão de Fé e devoção a Santa Clara. Seus fieis tem orgulho de tê-la como padroeira e nome da Cidade. Escolha feita pelos Senhores Filipe Néri e José da Silva, fundadores da Vila Santa Clara, quando esta ainda pertencia ao munícipio de Buique.

Anos depois, quando a Vila emancipou-se, Santa Clara recebe a tradução indígena e passou a ser Chamada de "Tupanatinga", homenagem aos nossos primeiros habitantes, segundo o Jornalista da época, Mário Melo.


Procissão
A partir das 16 h da tarde de terça-feira, missa em frente a Igreja Matriz , celebrada pelo Pe. César e padres visitantes. Logo após, inicio da procissão.


O andor transportando a Imagem de Santa Clara pelas mãos dos Cristãos Católicos, fazendo um percurso pelas ruas principais do Centro: Pça Cel José Emílio de Melo, Rua São José, Bairro do Fundec, PE 270, retornando pela a Avenida 31 de Março. Vários hinos de louvor e uma multidão seguindo, como disse Gilberto Gil: "feito cobra pelo chão. Uns pedem Chuva pra molhar o chão, outros pedem saúde pra Maria e pro João, outros pedem prosperidade pra pagar a conta de Geová, e se Santa Clara ouvir tudo, a coisa aqui vai miorá."


































terça-feira, 18 de agosto de 2009

SÃO JOÃO EM ARCOVERDE , TRADIÇÃO E DIVERSIDADE CULTURAL



As festas tradicionais, quer sejam juninas, natalinas ou de padroeira são importantes por concentrarem maior número de pessoas da localidade e da região vizinha.
Cada vez mais assumindo importância histórica, estas festas também assumem sua importância cultural e econômica. A melhoria constante na economia e a melhor distribuição de renda do trabalhador provocam melhoria na qualidade de vida das pessoas, ocasionando mudanças de comportamento.
As pessoas hoje viajam mais, consomem com mais qualidade, vão a museus, assistem cinema e vêem teatro: Desenvolvimento econômico, educação, produção e consumo culturais se interligam, por isso que festas tradicionais são mais culturais, históricas e bonitas. É o caso de Arcoverde, Caruaru, Garanhuns e Gravatá.

Arcoverde está de parabéns, pela festa multicultural que já inspira outras regiões. O São João de Arcoverde é uma festa de referência internacional.


As festas juninas somam tradição com modernidade sem perder a alegria: Geração de todas as idades dançam quadrilhas, coco, ciranda, forro e todas as demais modalidades. Todos os anos, a festa faz grandes homenagens à cultura da região. O Reizado foi o tema central da festa. Importante para o resgate de uma cultura antiga, mas que encanta e é presente na tradição do povo brasileiro.
....

Presença do Diretor da Escola JEM, Luiz carlos e sua esposa Lena, Edimilson e Eliane no Forro Alto do Cruzeiro. No palco grande sanfoneiro animando com forró de todos os ritmos.








Realmente a festa de Arcoverde tem novidade e atração por todos os recantos. Para estas amigas o céu era o limite. Claudia, Eliane e Iolanda.





Edimilson e Eliane, contemplando a Paisagem nordestina. Uma casa de Barro, um pé de mandacaru... sem se falar nos botecos, na casa da poesia. Enquanto isso, no palco cultural, as meninas dançando a dança dos Indios. O toré.



Que lindo!... o bumba meu boi ou boi bumbá.
Eliane e sua cunhada Iolanda, ambas estavam alegres e contentes, tiraram fotos de todas as alegorias da festa. Para elas diversão e cultura juntos são momentos valiosos e saudáveis. Ficamos mais jovens.







E festa
continua com arte, pois beleza e criatividade faz agente sair da rotina.





Grande apresentação. Momento muito rico e mágico durante apresentação do grupo de dança indígina. A cidade de Arcoverde e região ficam com a identidade cultural mais fortalecida cada vez que eventos como este acontecem na Região.









Reisado é a denominação erudita para os grupos que cantam e dançam na véspera e Dia de Reis.
O Reisado chegou ao Brasil através dos colonizadores portugueses, que ainda conservam a tradição em suas pequenas aldeias, celebrando o nascimento do Menino Jesus. Em Portugal é conhecido como Reisada ou Reseiro. (Luis Câmara Cascudo)



Já conversamos demais e ainda não tínhamos chegado no FORRÓ. São João sem Forró é carnaval sem Frevo, è Bahia sem Axé, Zé sem mulé, Sanfona sem Gonzaga, São Paulo sem garoa, Cerveja quente, buxada sem cachaça, fim de feira sem briga, e forró tem que ser pé de serra:Zabunba, triângulo e safona e tocar só xote pra se dançar agarradim... "Que isso Cumpade?!! Tà vendo os sanfanero aí não?!! Oxente!!! Vamo chamá as cumade que você já tá é chei de mangaça."










segunda-feira, 17 de agosto de 2009

FINAL DO PRIMEIRO CAMPEONATO DE FETEBOL DE SALÃO AGITA TORCEDORES E OS ORGANIZADORES PROMETEM MAIS



O esporte em Tupanatinga estava, até então, esquecido pelo governo municipal. No entanto a iniciativa da Diretoria de esporte de resgatar o futebol de salão, realizando seu primeiro campeonato, trouxe grande alegria para torcida e para os nossos atletas.

Não dá para explicar o descaso para com o esporte já que temos tradição, talento e público: Dois ginásios de Esporte com estrutura invejáveis e preparadores físicos capacitados.

Os jogos foram realizados nos dois Ginásios, sempre com grande número de torcedores que participavam agitando e encorajando os jogadores.

Com o final do campeonato muitos dos torcedores já reclamavam com saudade das tardes de torcidas e encontro de turmas. Mas os Diretores, Quim e André, tranqüilizaram a torcida com a proposta de um outro campeonato.

O Prefeito Manoel Tome esteve presente quando fez a entrega dos troféus aos ganhadores, e prometeu fazer um governo com ações voltadas para melhoria do bem estar do seu povo.

Sendo o esporte uma dessas ferramentas que contribui para qualidade de vida do povo, principalmente da nossa Juventude, disse que não medirá esforço para sua ampliação, tanto nesta modalidade de futsal como nas demais: futebol de campo, vôlei, etc.



No passado o futebol de campo de Tupanatinga era destaque nos esportes tanto na cidade quanto na região. Naquela época a televisão ainda não tinha chegado à cidade. Nas tardes de domingo a parte da cidade que curtia futebol se dirigia ao campo de futebol, localizado na estrada que dar para Moxotó, para assistirem grandes campeonatos: nossos craques na época eram Marcos Lopes (hoje funcionário do banco do Brasil), João de Izaias, José Elói, Cícero da Compesa, Idelfonso Lima (hoje vereador), etc. Após esta geração tivemos diversos outros bons jogadores de futebol, alguns com capacidade de se tornarem profissionais, como exemplo citamos o saudoso Zé Miguel... Todavia diversos outros talentos se perderam por falta de oportunidade.