terça-feira, 21 de março de 2017

Ação de Solidariedade pelo combate ao analfabetismo chega a Zona Rural de Pernambuco


Iniciativa beneficiará crianças de Buíque e Tupanatinga


Vai ser nesta quinta e sexta-feira (23 e 24/03), a entrega dos kits de material pedagógico da campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro, para mais de seiscentos alunos de escolas da zona rural de Pernambuco, entre elas, as escolas Padre José Kerles e Presidente Tancredo Neves em Tupanatinga, e no município de Buíque nas escolas Júlio Monteiro e Antônio de Oiô.

A iniciativa visa apoiar os pais que não tem recursos para a compra do material escolar e contribuir para o combate ao analfabetismo. Segundo dados divulgados pelo PNAD/IBGE 2014, o Brasil, tem 13 milhões de analfabetos absolutos, com mais de 15 anos de idade, definidos como “pessoas que não sabem ler e escrever um bilhete simples no idioma que conhecem”.

A ação da LBV beneficia, em todo o Brasil, mais de 17 mil estudantes de 90 municípios nas cinco regiões. Os kits são compostos de acordo com a faixa etária dos estudantes e contém itens como: estojo, lápis preto, giz de cera, canetas, apontador, borrachas, tesoura, tubos de cola, cadernos, mochila e régua.
                                                                                        
É o povo ajudando o povo
Para a realização da campanha, a LBV conta com doações da população, de colaboradores, de voluntários, de empresas parceiras e o apoio da mídia.

Saiba como ajudar
As doações podem ser feitas pelo site www.lbv.org ou pelo tel.: 0800 055 50 99.

A LBV
A Legião da Boa Vontade acredita que a educação iluminada por valores espirituais, éticos e ecumênicos transforma o ser humano para melhor, por isso, há mais de 67 anos, ela atua ao lado das populações em situação de vulnerabilidade social.

Serviço:
Evento: Entrega de kits de material pedagógico da LBV
Datas e Locais:
23/03/2017 – Escola Padre José Kerles às 10h no Sítio Sanharó – Escola Presidente Tancredo Neves no Sítio Boqueirão às 15h – Zona Rural de Tupanatinga/PE.
24/03/2017 – Povoado Tanque (Escola Júlio Monteiro às 10h - Escola Antônio de Oiô às 15h – Povoado Catonho – Zona Rural de Buíque)
Informações: www.lbv.org | Tel.: (81) 3413.8601

Redes sociais: LBV Brasil no Facebook, no YouTube ou no Instagram

quarta-feira, 15 de março de 2017

Escola de referência em ensino médio Jose Emilio de Melo

         A história da Escola estadual do Município, não é um simples registro. É uma grande história que contempla várias outras histórias, como a dá própria educação, da política e a dá própria história do município. Portanto deve-se fazer uma ampla pesquisa para que se tenha de fato a real e completa história da nossa histórica Escola estadual José Emílio de Melo, atual Escola de referência em ensino médio José Emílio de Melo. Eis abaixo alguns dados que servem de base para futuras pesquisas sobre esse patrimônio histórico da nossa educação que atravessou e atravessa geração e geração:

      A Escola Típica Rural, localizada antigamente na Rua Santa Helena, atualmente residência do Ex-Vice-prefeito José Genecy Minervino, foi por muito tempo a Escola do Distrito de Buíque, Tupanatinga.

       Com a emancipação política ocorrida em 20 de dezembro de 1963 o Distrito de Buíque tornou-se Cidade e a escola então deixa de ser federal para ser   O Grupo Escolar José Emílio de Melo. A escola estadual do novo município também ganhou novo endereço.  José Cursino de Melo, conhecido por Zuquinha, doou um terreno para construção da referida escola a qual recebeu o nome do então percursor da emancipação política do município Cel. José Emílio de Melo, motivo este que culminou com o seu  assassinato  em março de 1963. Homenagem justa dada pelo irmão e até os dias de hoje a escola carrega esta história assim também como a praça, homenagem do seu filho Jaime de Melo Galvão quando foi prefeito eleito no período de 1965 a 1970.

          A escola então instalada em seu novo endereço onde mantem-se até hoje, no Jardim Santa Clara, funcionava com o ensino primário e a direção escolar era exercida por uma professora responsável até início da década de 70, quando se instituiu o cargo de diretor e aí   tivemos á frente da direção a tão reverenciada Senhora MARIA HELENA CURSINO DE MELO, que ficou cerca de 27 sete anos conforme informou-nos a própria.  Neste período escola deixa também de ser grupo escolar e passa então ser a    Escola José Emílio de Melo.
Com a Diretora Maria Helena no comando a escola toma rumo e ganha credibilidade da comunidade. Ordem e disciplina foram a marca registrada da direção que por muito tempo impôs respeito e conquistou ser referência na Região.
        A escola também muito contribuiu para atividade esportiva, cultural e religiosa dos alunos e da comunidade.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

HISTORIAS DE OUTROS CARNAVAIS


O Carnaval apesar de ter uma conotação depreciativa  do  ponto de vista bíblico  por tratar-se de um momento em que o ser humano extravasa e abusa dos prazeres materiais, classificando-a como uma festa pagã, apesar de tudo ´continua sendo a festa mais  popular do mundo e com isso vai se tornando histórica e cultural por registrar-se um dos eventos mais atrativo da sociedade. Aqui no Brasil tornou-se a festa que mais agrega diversas manifestações culturais e é sobre tudo um espaço de grande divulgação da cultural do povo Brasileiro.
A festa quando direcionado no ponto de vista de expressão de varias culturas papoulares, apresentações folclóricas e espaço da família, priorizando a participação da comunidade com intuito sócio-cultural, não há muito espaço e foco na propagação carnal como mencionamos inicialmente, mas quanto mais comercial for evento mais ousada e apelativa é será a festa. A qui em Tupanatinga o comercial tem pouca expressão e a manifestação é de cunho local
logo a família tem uma maior participação perdendo portanto somente para os de cunho religiosos. é comum quando falarmos dos grandes foliões que brincavam o frevo na rua, em blocos pelas ruas e praças e a noite o carnaval de baile e o ritmo que sempre contagiou essa nação de foliões foi o frevo e é essa energia que é confirmada quando as bandas de frevos iniciam a festa e a moçada de todas as idades caem na folia. No carnaval não somente a folia é historia, mas outras alegorias marcam a presença e participação dos nossos foliões, como o papangu, o Jaraguá no sábado do Zé Pereira; Blocos temáticos, participações escolares etc. Não esquecer o nosso artista plastico, Bichão que se caracteriza de papangu e  fazia uma mascará inovadora dependendo o que estava em evidencia na época. Então era a mascara mais inteligente e criativa que chamava atenção das criançadas e de todos. 

Vejam  abaixo dois registros fotográficos épicos de maior riqueza documental:  

FOTOS HISTÓRICAS E DOCUMENTAIS: ACERVO DE DELMA E  GRACINHA LOPES.  
                             Carnaval nos anos 70.

Da direita para esquerda, compadre Teófilo falecido, Mariinha minha prima, Nazário falecido, eu com uma sombra no rosto, Otoniel, Inácio falecido, Reginaldo criança meu irmão falecido, Cicero de Alfredo falecido, zé de Anália, Dedé meu irmão, Nivercí irmão de Cicero da Compesa, último não lembro, deitado lindo cunhado de compadre Lourenço Alves. Em pé da direita para esquerda, Dudu irmão de Lande, próximo não lembro, na posição de lado Pedro da foto meu irmão, de chapéu Zé de Antônio Lins, os dois últimos Aroldo irmão de João genro de s. Gregório, e Félix irmão de Fofa. Os outros não lembro. — Com Maria Delma da Silva, Paula Franciele e Tereza Souza.   



 MÚSICOS DA EPOCA: Israel, Inácio de Loló-i memoria,  Niverci, Carlos, in memoria; Peu de D. Calú, Afonso, Edi, Milton.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

CARNAVAL EM TUPANATINGA ?! ... TÁ TUDO AZUL MEU BEM, VENHA QUE TEM.


Já está tudo pronto e bonito. A Cidade já está com a cara da folia e os organizadores anunciando o iniciou do frevo, neste sábado de Zé Pereira a partir  das 16 horas: "Começar cedo para terminar cedo" , comunicou o atual Secretário de Cultura,  Francisco Carlos , nesta manha de sábado na  Radio Tupanatinga FM e convidando familiares para prestigiar na praça Cel. José Emílio de Melo, a abertura do Carnaval em folia, paz e alegria, realização da Prefeitura Municipal de Tupanatinga, lembrando a todos que a segurança vai reforçar o policiamento para tornar o evento descontraído e com muita segurança, evitando assim a violência e reinando a Paz e a Alegria que é o tema da festa.

O ritmo  contagiante e com muita variedade de gênero  musical, não esquecendo o Frevo que é mania do Carnaval Pernambuco e tradição em nossa Terrinha, vai sim ser mais uma festa de muita animação e alegria.

o Carnaval é  a festa mais popular e democrática do mundo pois há sempre espaço para todos e não dá para ficar sem ela, mesmo diante da crise e   destes momentos difíceis que o brasileiro está passando,  tentar amenizar um pouco da tristeza faz bem a saúde: cair na folia e deixar se levar pela a alegria contagiante do frevo, do samba e do axé é uma recomendação universal.

Então, sem Carnaval não dá para encarar as turbulências da vida, por isso  o ano só começa depois da quarta feira de cinza.

Bom saber também que a Cidade de Buíque está resgatando o seu grande Carnaval que fora durante muito tempo o Carnaval da Região.

Esperamos que no próximo ano o nosso Carnaval volte as tradições que fora um dia, não de grande proporção regional, mas sobretudo de maior participação da comunidade, com blocos nas ruas e muita animação com a cultura popular, tradicionalmente e verdadeiramente um carnaval que agregue a participação da família, amigos  e visitantes.

Muita folia para  a todos

por Edimilson
foto: Francisco Carlos






sábado, 24 de dezembro de 2016

NATAL: FESTA DA HUMANIDADE DE DEUS E DA COMENSALIDADE

A comensalidade supõe  a cooperação e a solidariedade de uns para com os outros. 




por Leonardo Boff

O Natal é repleto de significados. Um deles foi sequestrado pela cultura do consumo  que, ao invés do Menino Jesus, prefere a figura do bom velhinho, o Papai Noel, porque é mais apelativo para os negócios. O Menino Jesus, ao invés, fala da criança interior que carregamos sempre dentro de nós, que sente necessidade de ser cuidada e quando, já crescida, tem o impulso de cuidar. É aquele pedaço do paraíso que não foi totalmente perdidoEle é a eterna Criança, feito de inocência, de espontaneidade, de encantamento, de jogo e de convivência com os outros sem qualquer discriminação.

Para os cristãos é a celebração da

“proximidade e da humanidade” de nosso Deus, como se diz na epístola a Tito (3,4). Deus deixou-se apaixonar pelo ser humano que quis ser um deles. Como diz belamente Fernando Pessoa em seu poema sobre o Natal: “Ele é a eterna Criança, o Deus que faltava; ele é o divino que sorri e que brinca; a criança tão humana que é divina”.
Agora temos um Deus criança e não um Deus, juiz severo de nossos atos e da história humana. Que   alegria interior sentimos quando pensamos que seremos julgado por um Deus criança. Mais que nos condenar, quer conviver e se entreter conosco eternamente.
 O seu nascimento provocou uma comoção cósmica. Um texto da liturgia cristã  diz de forma simbólica: ”Então as folhas que farfalhavam, pararam como mortas; então o vento que sussurrava, ficou parado no ar; então o galo que cantava, parou no meio de seu canto; então as águas do riacho que corriam, se estancaram; então, as ovelhas que pastavam, ficaram imóveis; então o pastor que erguia o cajado, ficou como que petrificado; então nesse momento, tudo parou, tudo silenciou, tudo suspendeu o seu curso: nasceu Jesus, o Salvador das gentes e do universo”.
O Natal é uma festa de luz, de fraternidade universal, festa da família reunida ao redor de uma mesa. Mais que comer, comunga-se da vida de uns e de outros  e da generosidade dos frutos de nossa Mãe Terra e da arte culinária do trabalho humano.
Por um momento, esquecemos os afazeres cotidianos, o peso da existência trabalhosa, as tensões entre familiares e amigos e nos irmanamos na alegre comensalidade. Comensalidade significa comer juntos ao redor da mesma mesa  (mensa) como se fazia outrora: todos da família se reuniam, conversavam, comiam e bebiam à mesa, pais, filhos e filhas.
A comensalidade é tão central que está ligada à própria emergência do ser humano enquanto humano. Há sete milhões de anos começou a separação lenta e progressiva entre os símios superiores e os humanos, a partir de um ancestral comum. A singularidade do ser humano, a diferença dos animais, é reunir os alimentos, distribui-los entre todos, começando pelos mais novos e pelos idosos e depois entre todos.
A comensalidade supõe  a cooperação e a solidariedade de uns para com os outros.  Foi ela que propiciou o salto da animalidade para a humanidade. O que  foi verdadeiro ontem, continua verdadeiro hoje. Por isso nos dói tanto ao saber que milhões e milhões não têm nada para repartir e passam fome.
No dia 11 de setembro de 2001 ocorreu a conhecida atrocidade: os aviões que se jogaram contra as Torres Gêmeas. No ato, morreram cerca de três mil pessoas.
No mesmo dia, exatamente, 16.400 crianças, abaixo de cinco anos, morriam de fome e de desnutrição. No dia seguinte e durante todo o ano, doze milhões de crianças foram vitimadas pela fome. E ninguém ficou e fica estarrecido diante desta catástrofe humana.
Neste Natal de alegria e de fraternidade, não podemos esquecer esses que Jesus chamou de “meus irmãos e minhas irmãs menores”(Mt 25, 40) que não podem receber presentes nem comer qualquer coisa.
Mas não obstante este abatimento, celebremos e cantemos, cantemos e  nos alegremos porque nunca mais estaremos sós. O Menino se chama Jesus, o Emanuel que quer dizer: “Deus conosco”. Vale esse pequeno verso que nos faz pensar sobre nossa compreensão de Deus, revelada no Natal:

         Todo menino quer ser homem.

         Todo homem quer ser rei.

         Todo rei quer ser ‘deus’.

         Só Deus quis ser menino”.

         Feliz Festa de Natal do ano da graça de 2017.


Feliz Natal, boa Conexão e boas noticias


Mensagem de Natal do conexão aos amigos que curtem e compartilham das grandes ideias, boas ações e das  informação  culturais  da nossa cidade e Região.


Ele chegou! Como de costume, veio nos trazendo alegria e renovação. Uma sensação de paz toma conta da gente. A cidade, claro, ficou mais bonita tão logo deu o ar da sua graça.

O Natal é sempre bem-vindo! Sentimo-nos melhores com sua presença, da qual queremos desfrutar cada minuto. É assim que fazemos desde a nossa infância. Já parou para pensar em quantos sons e imagens nos remetem à agradável lembrança dos nossos natais?

Por falar nisso, ao longo do tempo muita coisa tem mudado na forma de compartilharmos os nossos sentimentos de fraternidade e de propagarmos o espírito natalino.

Quem poderia imaginar que as mensagens que antes levavam dias até chegar ao destino, na forma dos tradicionais cartões de Natal, passariam a ganhar o mundo em segundos? Graças à capacidade do homem de se reinventar.

E não há nada (nada mesmo!) como desfrutar o Natal na companhia daqueles que amamos. Nada como a alegria de reencontrar amigos, de reunir a família e receber o abraço caloroso de cada um. Mesmo quando distância porventura não permitir, um telefonema certamente tornará mais feliz quem está lá do outro lado.

Sinto-me honrado em pertencer à mesma família que você: a bela família do Conexão cultural. Com nossos irmãos, pais, cônjuges, filhos, sobrinhos, formamos um imenso contingente de pessoas unidas por um só propósito: desenvolver ações capazes de tonar melhor a vida da sociedade.

Desejo, a todos que se interagem das informações e  compartilham das boas ideias, um natal com muito  abraços, sorr muita  paz e  calor humano, harmonia fraternidade e tudo de bom que ele possa nos trazer.

Ele já chegou! Seja bem-vindo, “Seu Natal”! Seja feliz o nosso Natal!

Fraternal abraço,













sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

DONA ZEZE, EXEMPLO DE SABEDORIA


Homenagem especial a professora Maria Jose Pereira 
Mestra, Educadora, Professora, Amiga, Construtora, Servente, Guia, tudo isso e mais alguma coisa.   (por Maria Helena Cursino)  
              Zé, Zezé, Dona Zezé, Maria José ou ainda Zezé de Sr. Manoel Zinho ou de dona Mariinha, és parte de uma cidadezinha pequena no Sertão do Moxotó, hoje Agreste Meridional de Pernambuco. Como tudo na vida há o momento, uma época, a vez de sermos o centro da nossa estória ou da estória dos outros, tu foste entre tantos outros talentos nascidos nesta terra, em que a fraternidade e a solidariedade sempre foram a base das famílias que aqui fincaram suas raízes, tu Zezé, escreveste tua estória nesse torrão abençoado por Deus.
Como todos os filhos e filhas da saudosa Santa Clara, foste uma que, sem medir distância e dificuldades financeiras, saíste em busca dos teus sonhos: sonho de ser professora, boa filha, boa irmã, boa vizinha. A caminhada foi o retrato da tua persistência.  Ouviste as palavras do MESTRE MAIOR “Não Tenhas Medo”. A primeira parada foi no Colégio Carlos Rios em Arcoverde.  Ao concluir a sétima série, partes para o Rio de Janeiro, concluindo assim Antigo Ginásio na cidade maravilhosa. Retornas a Tupanatinga em l971, onde inicias o Curso do Magistério no Colégio Onze de Setembro da Igreja Batista em Arcoverde e, em l973 recebes o diploma do 2º grau como professora primária.
Etapa vencida resta partir para o próximo desafio. Mais uma vez na tua simplicidade, humildade e responsabilidade, encaras o Grupo Escolar José Emílio de Melo, como professora primária da lª série. Escola pequena com quatro salas, mas que para a nossa comunidade representava toda a esperança dos pais e das crianças no campo educacional. É o início da conquista de um sonho: colocar-se a serviço das nossas crianças. Mais um desafio que tiras de letra.
O tempo passa, a Educação no interior de Pernambuco acorda e Arcoverde tem sua 1ª Faculdade. Novos tempos, novos desafios. Escolas do 1º Grau são autorizadas em vários Municípios e nós fomos agraciados. Tua participação na vida da Escola José Emilio de Melo, seja do 1º ou 2º Grau foi marcante, não só pela competência, responsabilidade, doação e ética, mas, sobretudo, pela humanização do teu trabalho educativo.  Marca registrada nas atividades da Igreja seja nas Cáritas, na Pastoral da Criança, na Liturgia ou em qualquer outra atividade que foste membro. Sempre ouviste o chamado do MESTRE: SERVIR, SERVIR SEM OLHAR A QUEM.
Foste um ser iluminado e nós como mães, pais, alunos, dirigentes e filhos desta terra, só temos a agradecer por tudo que fizeste no campo educacional, ora lecionando Português, Literatura, Ensino Religioso, Moral e Cívica, OSPB, ora realizando trabalhos sociais junto as pastorais.  Nosso muito obrigado! Exerceste a função de Amiga, Educadora, formadora de opinião, professora e principalmente um ser humano serviço do outro.
Termino com o pensamento de Frei Anselmo Fracasso (A grandeza das obras que fazemos não está na publicidade, mas no amor que nelas se escondem).
Dona Leninha
Colaboração de Joelma Paixao




domingo, 7 de agosto de 2016

FESTIVAL MULTICULTURAL TUPANATINGA 2016 - ZE LUIZ -O ARTISTA DO ENCONTRO DE DOMINGO A TARDE


" Fala galera boa de música e de poesia!!! Passando pra avisar que infelizmente por "motivos de força maior" o show que estava agendado para amanhã dia 07/08 em Tupanatinga-Pe no pólo Cultural não irá acontecer. Agradecemos ao parceiro Jailson Oliveira pelo esforço e atenção. A ciranda fica pra outro dia... No mais ficamos na espera de uma nova oportunidade de levar o som do Candeeiro Encantado para nossa terra querida!!! O Candeeiro tá aceso! Nos vemos dia 18/08 no IFPB Campina Grande. Abraços paz e bem para tod@s, "                                Jose Luiz Cavalcante





A não realização do Grande encontro do artista da Terra, Zé Luiz,  com os amigos e suas raizes culturais,  com a  boa  musica, samba de coco, maracatu e ciranda, além das poesias, versos e prosas que tanto marcaram  as tardes de domingo no palco cultural do festival multicultural de Tupanatinga causou descontentamento a toda galera festiva que já tinha a programação como certa. 
Um encontro que   expresseva a maior  manifestação  de amizade, tendo  a arte como elo de humanização e encanto.
Ficou triste e cionzenta a tarde que antes era só alegria e arte. E como tudo se esquece, mesmo a dor, a melacolia...talvez na proxima ...possa ninguem mais se lembrar da falta que alegria faz. Assim como  amizade  que traz o bem, o amigo de tão distante. 
Acredito que o ser humano tem preguiça de ser feliz... por isso se cala, se assossega com a faltação...
 
Assim como o Sertanejo que não  aprendeu mas acostumou esperar a chuva olhando pro céu, acreditar sem rezar.
 
Precisamos de encontro sempre. Como diz Vinicius, mesmo havendo tantos desencontros. Precisamos sempre mais de amigos, mesmo diante da falta de gentileza e de solidariedade.  Arte mesmo sabendo da frieza, da ignorancia de tantos...    
 
 por edimilson
 
 

domingo, 17 de julho de 2016

IMPORTANCIA DA POESIA E DO POETA PARA SOCIEDADE

 Neste domingo de sol e radiante protegido pelo espírito de paz que reina na cidade após nove noite novenárias, em homenagem a padroeira da Cidade, Santa Clara. Aproveitamos então essa paz propicia para falar da poesia e do poeta que também é um mundo mágico e belo que é a poesia neste contexto. 

Falar da importância do poeta para comunidade e da continuidade no decorrer da semana falando dos nossos poetas e da região. 
 Iniciaremos com dois textos maravilhosos: A Importância do poeta para sociedade do Poeta Luiz Carlos, ex-gerente da Agencia do Banco do Brasil e o poeta na sociedade, publicação da Revista Cultura, boa leitura:  
 I
 I
A IMPORTÂNCIA DO POETA PARA A SOCIEDADE (publicação Jornal Portal Tupanatinga set/2014)
Luis Carlos
         O poeta é, antes de tudo, um pássaro mensageiro, que está sempre a cantar e realizar vôos quase sempre extraterrenos. Não fugindo a sua realidade, desses vôos, ele sempre cai, para que seja cumprido o sacrifício contínuo do ritual da renovação. O poeta tem compromisso para com a renovação de coisas já renovadas! É a tentativa constante da auto-superação.
         Mesmo com as cegueiras físicas e espirituais dos homens, haverá sempre um com uma ampla visão “cantando”, que servirá de modelo. A este podemos dar o nome de POETA. Tudo isso deve-se tão simplesmente ao fator magia, ao encanto provocado pela poesia. É a magia da palavra e a musicalidade dos sonhos verbais, enaltecendo o poder poético.
      Mas a poesia também desce até o espaço real da existência humana e o poeta se faz carne e habita entre os homens. Lado a lado, a poesia compreende a razão de conviver numa rua, num sobrado, numa estação invernosa ou quente, no interior de um homem ou, até mesmo, na singeleza exterior de uma pétala orvalhada.
         A poesia carece é de um espaço VIVO!
         Nós, poetas, queremos apenas exprimir nossa mais livre espontaneidade, dentro da mais espontânea liberdade. Queremos continuar a ser como somos: sinceros, sem artificialismos, sem contorcionismos, sem escolas de regras... Nada de postiço ou artificial. Queremos simplesmente agir. Agir com sangue (que é humanidade), com eletricidade (que é movimento) e com imaginação, buscando assim a emoção.

Salvem os POETAS!!!


O POETA NA SOCIEADADE
Revista Cultural

Enquanto todos se habituam com a hipocrisia social, o poeta abre os olhos e busca o que é real. Ele é um revolucionário descontente com o rumo que as coisas tomam, o poeta vai além do que simplesmente olhar, ele usa a poesia como sua arma para expressar: "algo está errado, abra os olhos e vá mudar, comece a renovar, se quer ver a sociedade se curar"! 
O poeta enxerga a vida e os sentimentos de uma maneira diferente,mais encantadora ou mais profunda, muito mais além do que vemos e transforma tudo isso em poesia, em palavras que tem vida.
Sim, o poeta é tudo isso.Mas o seu estatuto hoje em dia não é valorizado, novos poetas estão aparecendo, mas precisam enfrentar uma grande batalha para conseguir que sua obra alcance o público que deseja.
Grandes poetas como Alvares de Azevedo, Castro Alves e CarlosDrummond de Andrade deram voz e causas sociais de sua época.
O mundo continua girando e algumas coisas se desenvolvendo, outras nem tanto. Grandes acontecimentos estão marcando a história, alguns nem podemos acreditar que estão se desenrolando, e com certeza há poetas anónimos marcando no papel uma visão completamente crítica e sem eufemismo. Então como estamos valorizando? Como estamos dando chance a essas pessoas e suas obras? Os únicos que enxergam quando ninguém quer ver. Os rebeldes no mundo dos robôs. E principalmente como estamos tratando a nossa cultura?
O poeta acaba sendo um porta voz da população em suas reivindicações!




sábado, 16 de julho de 2016

Cá entre nós, A M I G O S !


Cá entre nós, recebi da Professora Janete um livro de presente do poeta e escritor Carlos Alberto de Franca, nosso conterrâneo, irmão de Marco Marinho(antigo Marco de noé, hoje Marco de Janete). Fascinante a obra e o poeta,  
 e em se tratando de valores da nossa terra, o contentamento é ainda maior.

O livro trata de encontros entre amigos, dessa linda juventude feliz, de encontros e aventuras da vida que com  o tempo agente vai só recordando. E tem de tudo o que se pode imginar nesse encontro de amigos e com certeza não faltou a mesa de bar para extravasar toda essa energia contagiante proprocionada pela vida. A farra, a turma, o momento e a vida. Gostei.

"A história: 
  Sentado á mesa do mesmo bar, a mesma de sempre, ali na calçada daquele velho e empoeirado estabelecimentoda rua 33, estávamos nós: 
O Ligeirinho-camarada-de-todas-as-horas; 
O Cara-charmoso-o-irresistivel-que sabia-de-tudo"; 
O Doutor, mas cordato, de vez em quando soltava umas pérolas...
O Fabuloso-saradão-que-adorava-o-espelho
e,  é claro, eu. "

Eu, que não sou um grande apreciador de bebvidas, em razão da alegre companhia dos meus amigos , não só viajaria horas, como tomaria uns quatro copos. Em verdades, mais me divertiam as brincadeiras, as tolices e as aventuras em que nos atirávamos quando  se reunia ente grupo.'


Pessoal  e por aí vai...  muita coisa boa acontece com essa turma... 

Mas nós que conhecemos essa familia, sabemos muito bém que a comunicação está no Sangue. Feito Carlos temos outros conterraneos tambem investido na arte e com certeza é um orgulho do lugar, vamos conhecer o nosso poeta e valorizar mais nossa cultura.

Na segunda parte da obra entra a poesia que é uma outra viagem, 

mas apartir de então vamos  conhecer mais esse prata da casa e a sua obra.

Carlos Alberto de França
nasceu em Tupanatinga, estado de Pernambuco. É advogado, administrador de empresas e poeta.Reside em São Paulo, mas sempre está em sitonia com sua Cidade Natal, vez por outra, deixa a metropole e vem  visitar familiares e amigos.

O Poeta é autor de dus obras:Voz de  um poema  e
                                                Cá entre nós, Amigos!




Entorpecida  (poesia do livro:Cá enrtre nós, Amigos)

Soluços desiludidos confundem a razão,
Lágrimas imprecisas e falas em contruções confusas,
Escondes a desviar-te de ti mesma.

Contas estristecidas rimas,
Bem quando descreves a tolas descobertas sobre a vida,
E revelas o universo maior que te intriga em improvável
conspiração.


Hás de compreender aquele  que fere ferido,
Que possa merecer ao final, o gargalhar e o riso
E consolar-te em tua angústia, teu peito ainda mais doído.

Repensarás  preterido teu, porquanto andas esquecida...
Elo empobrecido de teu deselegante passado,
Para compreender-te desolada em tua triste vida!

Corromper-te tristeza alada...
E repusla o que sentes como se outro mal tivesse feito,
Mas deixarás essa dor dentro do peito, ainda que calada!






por edimilson