
O Carnaval apesar de ter uma conotação depreciativa do ponto de vista bíblico por tratar-se de um momento em que o ser humano extravasa e abusa dos prazeres materiais, classificando-a como uma festa pagã, apesar de tudo ´continua sendo a festa mais popular do mundo e com isso vai se tornando histórica e cultural por registrar-se um dos eventos mais atrativo da sociedade. Aqui no Brasil tornou-se a festa que mais agrega diversas manifestações culturais e é sobre tudo um espaço de grande divulgação da cultural do povo Brasileiro.
A festa quando direcionado no ponto de vista de expressão de varias culturas papoulares, apresentações folclóricas e espaço da família, priorizando a participação da comunidade com intuito sócio-cultural, não há muito espaço e foco na propagação carnal como mencionamos inicialmente, mas quanto mais comercial for evento mais ousada e apelativa é será a festa. A qui em Tupanatinga o comercial tem pouca expressão e a manifestação é de cunho local

Vejam abaixo dois registros fotográficos épicos de maior riqueza documental:
FOTOS HISTÓRICAS E DOCUMENTAIS: ACERVO DE DELMA E GRACINHA LOPES.
Carnaval nos
anos 70.
Da direita
para esquerda, compadre Teófilo falecido, Mariinha minha prima, Nazário
falecido, eu com uma sombra no rosto, Otoniel, Inácio falecido, Reginaldo
criança meu irmão falecido, Cicero de Alfredo falecido, zé de Anália, Dedé meu
irmão, Nivercí irmão de Cicero da Compesa, último não lembro, deitado lindo
cunhado de compadre Lourenço Alves. Em pé da direita para esquerda, Dudu irmão
de Lande, próximo não lembro, na posição de lado Pedro da foto meu irmão, de chapéu
Zé de Antônio Lins, os dois últimos Aroldo irmão de João genro de s. Gregório,
e Félix irmão de Fofa. Os outros não lembro. — Com Maria Delma da Silva, Paula Franciele
e Tereza Souza.
MÚSICOS DA EPOCA: Israel, Inácio de Loló-i memoria, Niverci, Carlos, in memoria; Peu de D. Calú, Afonso, Edi, Milton.